23 de abr de 2010

onde
a beleza
senão
nos olhos
que moram
no meio
da minha
cara
que mora
no alto
da minha
carne
a casa
onde moro

...

4 comentários:

  1. nossa, mas isso é lindo lindo! sereníssimo!

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  2. Um movimento interessante buscando de onde vem a beleza. Por que será que tenho a impressão de saber quem escreve esses versos?

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  3. Beleza foi um ótimo título para este poema. Boa reflexão a se fazer esta do poema. Gostei! Me fez lembrar de duas postagens em que falo das subjetividades do gostar e que passam pela beleça, tato, olfato, paladar, pensamentos etc. São intituladas "Subjetividades do nariz". Depois dê uma olhada lá.
    Obrigado pela visita, volte sempre. Eu já comecei minhas leituras por aqui e já sou seguidor. Fica o convite a seguir lá, também.
    Abraços.

    Ivan Bueno
    blog: Empirismo Vernacular
    www.eng-ivanbueno.blogspot.com

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  4. Poesia se quer,
    O poeta tem por mister surpreender, provocar, ativar átomos num átimo, causar novas sensações, et lettera e tais, e você oferece tudo isso, com muita leveza, do início de seu poema até "a casa onde moro".
    Vou viajar mais para descortinar outros abismos elevados por aqui...

    Abraço mineiro,
    Pedro Ramúcio.

    Ps: já percorro muitos dos teus 'diletos'...

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